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  <title>zippo&apos;s ride</title>
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    <summary type="text/plain">Esta semana uma orca matou sua treinadora no SeaWorld - à parte de especulações se o animal o fez por brincadeira ou por revolta, pois jamais conheceremos a respostas - o cerne da questão está no fato de que em...</summary>
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      <![CDATA[<p><B>Esta semana</B> uma orca matou sua treinadora no <a href="http://www.seaworld.com/">SeaWorld</a>   -  à parte de especulações se o animal o fez por brincadeira ou por revolta, pois jamais conheceremos a respostas   -  o cerne da questão está no fato de que em pleno século XXI, aliás no início da segunda década do século XXI, temos animais mantidos cativos para o entretenimento das pessoas. Alguns protestam que nos alimentemos de animais, e eu discordo, somos onívoros, não há como combater nossa natureza, somos o que somos, para o bem ou para o mal, pelo consumo de proteína dos nossos ancestrais. Porém posso questionar  -  e questiono  -  a forma como estes animais são mantidos até o abate, não deveriam sofrer até lá, eles tem direito a uma vida digna. Também não condeno animais que são usados para trabalho: puxando carroças e arados ou carregando coisas, porém dentro do limite de sua capacidade, com respeito à sua natureza. Mas questiono sim animais que são usados para diversão. <i>Ora, se antigamente era aceitável leões e elefantes em circos, hoje não é mais, existem zoológicos, existem documentários na TV para vê-los. O mesmo se deve pensar dos animais marinhos mantidos em cativeiros, ainda mais orcas, que nadam todo o oceano, que migram, mantidas por toda a vida em banheiras de azulejos. Esta na hora de por um fim a este tipo de espetáculo medonho, da mesma maneira que não é mais aceitável que circos exibam circos de horrores com pessoas portadores de doenças. </i></p>

<p>Resta a questão do que fazer com os animais, a reintrodução de Keiko, a baleia de free Willy resultou em sua morte vários meses depois, mas algo [talvez muito se aprendeu daquela experiência]. Deve-se tentar devolver as que foram capturadas ao seu habitat natural, orcas são animais inteligentes e se aprendem truques tolos com certeza aprenderão a sobreviver na natureza. <I>Mas ainda existem as nascidas em cativeiro...</I></p>

<p>Como se vê somos uma espécie hábil em <I>criar problemas que não deveriam existir.</I></p>]]>
      
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      <![CDATA[<p><b>Sempre bato na tecla</b> de que o jornalismo opinativo está no fim. Não o jornalismo informativo ou investigativo, mas aquele feito por colunistas que nada mais fazem do que dar uma opinião. Seu sucesso antigamente se devia ao monopólio da palavra nas mídias tradicionais, ora, só era possível ler o que eles escreviam, não restava outra alternativa. <i>Aí veio a internet, chegaram os blogs e todo mundo pode escrever o que pensava e há muito gente que pensa fora da caixa e escreve melhor que alguns colunistas de jornal. Os blogs foram desprezados em seu início, mas que hoje contam com adeptos entre políticos, artistas, jornalistas, colunistas [aqueles mesmo que antes tinham o monopólio de dizer o que pensavam] ao lado de pessoas comuns.</i></p>]]>
      
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      <![CDATA[<p><B>É atribuída</B> a Joseph Campbell a seguinte frase: "um computador é como o Deus do velho testamento, cruel, duro e sem perdão com falhas". Campbell faleceu antes de ver o surgimento da web e a internet transformando o mundo e as relações humanas, mas eu penso hoje da internet o mesmo que ele pensava do computador: não há espaço para erros na internet, se alguém escreve um erro, se alguém faz algo errado, é execrado na praça pública virtual, é motivo de chacota, de escárnio, do mais alto repúdio social, até que o próximo se torne objeto de ódio virtual coletivo. <I>Se por uma pessoas julgam as outras como se jamais cometessem erros, ninguém é condenado a usar uma letra escarlate para o resto da vida, fatos novos acontecem, novas pisadas na bola surgem, e eis que a bola da vez é largada esquecida no chão para que se dê lugar à próxima.</I></p>]]>
      
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      <![CDATA[<p><B>Tenho</B> absoluta certeza que se fosse feita uma pesquisa séria mais de 80% dos brasileiros diriam que só gostam do carnaval pelo feriadão e que não suportam a festança ligada ao feriado. <I>Mas como é uma indústria que movimenta milhões em patrocínio e turismo, finge-se que todo brasileiro tem samba no pé.</I></p>]]>
      
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      <![CDATA[<p><B>Algumas</B> empresas tem perdido a noção do valor de seus produtos, ou mais exatamente: colocam seus preços igual ou mesmo acima de concorrentes do mesmo ramo que oferecem produtos de melhor qualidade. Um exemplo deste tipo de empresa é a wollner. Já comprei muito na wollner, só que nos últimos anos a qualidade do produto caiu e o preço subiu. <I>Dias desses fui comprar uma camisa pólo de presente. Entrei na wollner, não gostei de artigo  -  ruim  -  e menos ainda do preço: 139 reais. Resolvi checar o preço na timberland [que é claramente uma marca na qual na wollner se espelha: de atividades outdoor], qual não foi minha supresa ao descobrir que uma pólo na timberland custava 99 reais e com um artigo muito melhor? Então a dica é a de sempre: bater perna e pesquisar preços porque a falta de noção adentrou definitivamente as lojas e atacou os preços.</I></p>

<p>Outro exemplo da falta de noção de preços é o fiat linea, ele custa pouco menos que um honda city. <I>E a honda é conhecida pela qualidade de seus automóveis, adjetivo que não se pode exatamente qualificar os carros da fiat.</I></p>]]>
      
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    <summary type="text/plain">E depois de vários meses meio que ignorando a existência deste blog, encantada pela rapidez e comunicabilidade do twitter, eis-me de volta ao meu bloguito velho do coração. Blogar é preciso. Não abandonei o twitter, adoro aquilo lá, mas por...</summary>
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      <![CDATA[<p><b>E depois de vários meses</b> meio que ignorando a existência deste blog, encantada pela rapidez e comunicabilidade do twitter, eis-me de volta ao meu bloguito velho do coração.<i> Blogar é preciso.</i></p>

<p>Não abandonei o twitter, adoro aquilo lá, <i>mas por vezes o que se tem a dizer não cabe erm 140 caracteres.</i></p>]]>
      
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      <![CDATA[<p><b>Muito</b> se tem escrito sobre como a internet ameaça a mídia tradicional e como a falta de dinheiro pode acabar com a imprensa livre e o jornalismo profissional. Exagero daqueles que se vem ameaçados pelas novas tecnologias, já se ouviu o mesmo discurso com personagens diferentes: o videcassete iria acabar com o cinema, a TV com rádio etc. A verdade é que a maior pressão contra o jornalismo impresso não vem da internet, mas de uma nova consciência ambiental. Em um mundo em que é preciso combater o desperdício não é mais concebível que todos os dias sejam impressas toneladas de papel que se tornarão obsoletas ao final do dia. A mídia impressa precisa se reinventar, ninguém tem mais tempo para ler jornais enormes, ninguém se interessa mais pelo jornalismo opinativo, afinal opinião é igual testa [pra não dizer outra parte da anatomia] e todo mundo tem a sua. <i>Se alguém quer saber opinião sobre filmes, computadores, câmeras fotográficas, política, futebol, muito mais fácil e produtivo acessar blog ou fórum especializado e contar com a opinião não de um [que pode ter sido influenciado por um jabá], mas de muitos, inclusive reais consumidores. Não sou tão pessimista e não vejo o jornalismo livre e profissional morto pela internet, mas vejo-o necessitando se reinventar e o <a href="http://publimetro.band.com.br/">metro</a>  -  com seu design cosmopolita  -   é um bom exemplo do jornal do século XXI.</i></p>]]>
      
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      <![CDATA[<p><b>O CTB</b>, o código de trânsito brasileiro, pune a pane seca, isto é, se o carro parar na rua por falta de combustível o proprietário do automóvel é multado. Estava na hora de começaram a punir carros que quebram por falta de manutenção. Todo santo dia quebras de carros prejudicam o trânsito nas grandes cidades, não está certo que a falta de diligência de alguns afete a muitos outros. <I>A falta de manutenção também põe em risco não apenas o patrimônio, mas também a vida dos demais. Está na hora de deixar de passar a mão na cabeça das pessoas que não fazem manutenção no carro.</I></p>]]>
      
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    <summary type="text/plain">E eu vou ver avatar de novo. De novo no imax em 3D....</summary>
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      <![CDATA[<p><B>E eu</B> vou ver <a href="http://www.imdb.com/title/tt0499549/">avatar</a> de novo. <I>De novo no imax em 3D.</I></p>]]>
      
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    <summary type="text/plain">Ontem vi avatar de James Cameron, em 3D em uma sala imax. É uma experiência completamente diferente de cinema, estamos envoltos na ação, tudo ocorre a nossa volta e não apenas à frente. As cores do filme, da incrível selva...</summary>
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      <![CDATA[<p><B>Ontem</B> vi <a href="http://www.imdb.com/title/tt0499549/">avatar</a> de James Cameron, em 3D em uma sala imax. É uma experiência completamente diferente de cinema, estamos envoltos na ação, tudo ocorre a nossa volta e não apenas à frente. As cores do filme, da incrível selva que é Pandora usam tudo o que o 3D pode dar. Quanto ao filme, vamos lá: é uma mistura de teoria de Gaya, com crítica a doutrina Bush, com pitadas de Elron e Duna, espiritismo e teoria das cordas. De tudo um pouco, as referências estão lá para quem consegue interpretá-las o que torna o filme bem divertido neste sentido. Quanto à trama estão representados lá: o capitalismo selvagem que não se importa em destruir desde que os investidores tenham lucro, o exército que detesta tudo o que lhe é estranho e os cientistas-ambientalistas que se maravilham e querem compreender um maravilhoso mundo novo. <I>Li uma crítica na Folha dizendo que o filme era regular, não lembro o autor  -  não lembro mesmo, não é alguém que habitualmente escreve sobre cinema, não reconheci o nome  -  porque a história era fraca. Não sei como alguém pode considerar esta história do Cameron fraca, sendo fraco das ideias talvez? Cameron nos brinda com todo um novo mundo  -  como fez Tolkien, Lewis, J.K. Rowling   -  ele criou tudo: um povo, uma cultura, uma religião, mitos, lendas, heróis, animais e até um dialeto com ajuda de um línguista. Não criou pouco e nos brincou com cinema com todas as letras maiúsculas.</I></p>]]>
      
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    <summary type="text/plain">Motivos pelos quais você não deve comprar um wii fit e continuar indo na academia: - com um wii fit você não terá o prazer de esperar para usar o equipamento para completar sua série, - com um wii fit...</summary>
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      <![CDATA[<p><b>Motivos</b> pelos quais você não deve comprar um <a href="http://wiifit.com/">wii fit</a> e continuar indo na academia: <br />
- com um wii fit você não terá o prazer de esperar para usar o equipamento para completar sua série,<br />
- com um wii fit você perderá a oportunidade de ter de limpar a cadeira que a aluno antes de você deixou toda suada,<br />
- com um wii fit você não poderá entrar em filas para o banho,<br />
- com um wii fit você não desperdiçará tempo indo até a academia,<br />
- com um wii fit você deixará de passar raiva ao ir atrás do responsável pela musculação que não tem tempo pra você, afinal ele recebe pra olhar pros equipamentos, não pra auxiliar alunos,<br />
- com um wii fit você não terá uma série chata imposta a você, você terá de escolher os exercícios que gosta na ordem que deseja.</p>

<p><i>Brincadeiras à parte, comprei um wii e wii fit e me arrependo de não ter comprado antes, não larguei a academia, mas não tenho mais a consciência pesada por não frequentar a musculação, já que os exercícios no wii substituem a musculação. Muita gente irá dizer que não é a mesma coisa, que na academia há acompanhamento. Eu pergunto: qual acompanhamento? Para eu fazer teste ergométrico tenho de pagar a parte, porque não está incluso no preço, e é caro [150 reais]. Na musculação somos largados à própria sorte, já que agora todo mundo quer descolar mais alunos para aula de personal. Ué, se eu pago academia, não quero pagar também personal. Ah, eu continuo indo à academia pra nadar, mas a parte seca só frequento as aulas de bike e a esteira de vez em quando, musculação nunca mais.</i></p>]]>
      
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    <summary type="text/plain">No dia 22 de outubro a estudante do primeiro ano do curso de Turismo foi à faculdade, a uniban, com um vestido curto e viu-se no meio de uma turba sem controle que, aos gritos de &quot;puta! puta!&quot; a seguiam...</summary>
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      <![CDATA[<p><B>No dia 22 de outubro</B> a estudante do primeiro ano do curso de Turismo foi à faculdade, a uniban, com um vestido curto e viu-se no meio de uma turba sem controle que, aos gritos de "puta! puta!" a seguiam pelos corredores e até dentro de sua sala de aula. Diga que pelas fotos  -  inclusive tiradas dentro de sua sala de aula  -  o vestido era curto, mas não mais curto do que se vê meninas usando pelas ruas, em shoppings e até dentro de outras instituições de ensino; poderia ser curto o suficiente para causar a ira em senhoras da ligas católicas, da TPF, mas não de estudantes universitários, teoricamente, mais liberais que o restante da sociedade justamente por estarem em contato com ideiais "novas" em centros de produção do saber e conhecimento científico. Chocam as imagens, primeiro, pela turba insandecida que gritava, choca mais ainda que tudo aconteceu durante o horário de aulas [e não no horário do intervalo] e que nem professores ou inspetores tiveram autoridade suficiente para ordenar que os estudantes voltassem às aulas, pelas quais pagam [e caro, se se levar em conta o nível sócio-econômico deles]. Foi necessária a presença da polícia para retirar a moça com segurança de dentro do campus São Bernardo do Campo. </p>

<p>O episódio, óbvio, não parou por aí   -  ou este post sequer existiria  -  , ganhou as mídias sociais, primeiro com os vídeos que os próprios alunos produziram dentro do campus, achando que o linchamento moral que fizeram de Geisy era motivo de orgulho. Em pouco tempo, houve reações indignadas nestas mesmas mídias e o assunto caiu na grande imprensa. Geisy, até então considerada vilã na visão distorcida de seus colegas de uniban, foi corretamente nomeada vítima dos fatos. E que não fiquem dúvidas: a menina é vítima, vítima de 'bullying', do assédio moral do grupo que a discriminou por suas roupas, mas que poderia ter escolhido ali um rapaz com gestos efeminados, um deficiente, um negro. Os 'bullyingers' atacam a diferença sempre.</p>

<p>A uniban reagiu aos fatos, publicada em nota na grande imprensa, com a expulsão da Geisy após sindicância. Que sindicância foi está que aconteceu em tempo recorde e ainda no calor dos fatos? Onde ficam o direito ao contraditório e a ampla defesa, consagrados como cláusulas pétreas em nossa Constituição?</p>

<p><i>A uniban poderia ter agido como uma verdadeira instituição de ensino, ter promovido palestras e debates sobre cidadania em seus campi, ter convocado os alunos a gestos de cidadania como doação de sangue com coleta em seu campus São Bernardo, deixado claro que o 'bullying' é uma atitude condenável e enfatizado que a vida universitária pressupõe o respeito às diferenças. Preferiu agir como seus alunos e engrossando o coro dos selvagens cirminalizou a vítima. </i></p>]]>
      
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      <![CDATA[<p><a href="http://www.recipestar.com/quizzes/view/cannibal-taste"><img src="http://www.recipestar.com/img/photos/quizzes/generated/5_spicy_chicken.jpg" alt="What would you taste like to a cannibal?" /></a><br />
<p>Created by <a href="http://www.recipestar.com">Recipe Star</a></p></p>]]>
      
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      <![CDATA[<p><B>Foi</B> para dias como hoje que eu gravei meses atrás dentro de meu anel a frase "E isto também passará". <I>Coisas boas terminam, coisas ruins terminam. Relacionamentos acabam quando mesmo se espera, há uma briga, mas aí você se lembra de uma frieza ontem que não estava lá anteontem e de um sonho sobre uma briga que na época pareceu tolice, mas que agora se mostra premonitório.</I></p>

<p>Ficam duas lições: preciso aprender a acreditar em minhas premonições, mesmo quando vêem na forma de tolos sonhos. <I>E não se deve deixar acumular as pequenas coisas que incomodam, elas viram uma montanha que explode.</I></p>]]>
      
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      <![CDATA[<p><b>A imprensa</b>, que não consegue compreender de forma alguma como funcionam redes sociais [será que alguém não pode desenhar para eles?], crê que a influência de alguém no twitter se mede pelo número de seguidores. Não lhes ocorre que entre muitos seguidores existem falsos perfis usados para inflar o número de seguidores e também há aqueles que seguem apenas para criticar e pegar no pé. Ou como disse, Mr. Manson do <a href="http://cocadaboa.com/">cocadaboa</a> o twitter permitiu uma coisa impossível antes, xingar a TV. <i>Assim, aplicando a fórmula da imprensa de medir a popularidade de alguém no twitter, informo a vocês que <a href="http://twitter.com/shitmydadsays">shitmydadsays</a> [literalmente "merdas que meu pai fala"] e mais influente que a <a href="http://twitter.com/CNN">CNN</a> já que o primeiro tem mais seguidores. Só falta ao Justin um canal de TV a cabo para transmitir seu pai 24h por dia.</i></p>

<p><a href="http://twitter.com/shitmydadsays">Shitmydadsays</a> pode não ser mais popular que a <a href="http://twitter.com/CNN">CNN</a> no mundo real:<i> mas garanto que suas frases fazem nosso dias infinitamente melhores do que a CNN consegue.</i></p>]]>
      
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